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“Sempre assim fui
E depois?
Qual é o mal que tem?
O teu mundo rui
Não me dói porque o meu também
Se cais,
Não esperes minha mão
Com azar,
Ainda te empurro para trás
E nem de mim podes dispor
Conta contigo e cura a dor
E ao pores-te a pé vais ser maior”








